terça-feira, 28 de outubro de 2014

Livro: Não se apega não

Se você se apega muito ao passado, está destinado a revivê-lo todos os dias.
Diferentemente da grande maioria dos muitos que já li, Não se apega não é original. Sem gênero. Nem romance, nem drama e muito menos de auto-ajuda. Um livro sobre a vida, a vida contada com ela realmente é. Bom, aos olhos de uma garota ( o que deixa tudo realmente mais dramático) mas só porque é intenso!  So para frisar que algo intenso é comigo mesmo. Narrado pela autora, Isabela Freitas, que eu já amo por não querer enfiar mais um "L" no nome. - Mania de Isabela. Relata  a vida dela, romances, decepções, pés na bunda- quem nunca? E toda a revira volta que a vida dá. O livro nos mostra o lado bom de quase tudo que acontece de ruim em nossas vidas- como no caso de ser traída, o lado bom é que você descobriu, já pode passar por portas normalmente e tratar daquela dor de cabeça que tanto te incomodava Haha. Amei, amei e amei! A parte ruim? É rápido! Li em um dia. Mas é aquele tipo de livro para se ter perto da cama, para o caso de querer rir muito e não tratar de casos como em uma novela mexicana.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

30 de Julho.

P.S.: I'm still waiting for you 
Ô grande amor, o que tu es? Alguem pode me explicar porque eu não sei de nada, do tipo, nadinha. 30 de Julho. Conheci "O amor da minha vida". Sabe quando os olhares se cruzam e você pensa, Nossssa vou envelhecer com esse gato. E pow, Amor! dias felizes e românticos. Bom, finais de semana felizes e românticos. Ele morava em São Paulo, paulista, publicitário, o sorriso mais encantador que já vi na vida! Tipo tecla de piano! Bom gosto musical e apaixonado por heróis e a vida. E eu, apaixonada por ele. Começamos a se relacionar e todos os meus medos se foram, junto com todos os tabus e preconceitos. Me senti livre! Livre para amar e ser amada, livre pra demostrar o que sinto e não parecer frágil, livre pra se permitir sentir o tal sentimento tão temido. Nos entregamos de uma forma tão intensa que todos notaram as mudanças. Contavamos os  dias da semana para a Sexta, dia de ver ele. Comecei a odiar Domingo. Dia de deixar ele. Mas como não vivemos em Neverland, nem tudo são rosas e amores. Infelizmente. Com a intensidade vieram as brigas. Nada que não fosse resolvido, a distancia já era um forte castigo para complicar mais a vida. Sentia que tudo o que houvesse não nos abalaria, e mesmo se conhecendo a meses, poucos meses, a certeza é que estava viciada em amar. Viciada em amar ele. Por mais que não entenda o amor, tenho uma teoria.  Penso que ele é intenso, esperançoso, as vezes confuso e ingrato. Ele é renúncia e doação. Mas também é uma  recompensa divina. A mais divinas das recompensas. Li em um site, que amor é um analgésico, então obviamente quando fiquei sem meu remédio a doença se alastrou novamente. Sim, uma pequena doencinha no coração de cada que se transformou em um câncer estágio terminal. Claro que podemos acreditar na cura, como no câncer. Por mais difícil que seja! Porque a quimioterapia é dura e desgastante, e nem todos se aventuram a enfrenta-lá. Medrosos! Quem não enfrenta a doença nunca achara a cura, que pode ser encontrada no tal remédio. Até agora o meu está em falta. Mas como o amor é esperançoso, acredito que ele seja reposto em breve. E se não for reposto, pelo menos fiz o que pude, talvez tenha passado do prazo de validade, ou o tal câncer já tomou conta de nós. Mesmo assim, ficarei feliz só de ter tentado.